quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
7 DE DEZEMBRO
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
6 DE DEZEMBRO - Spenta Armaiti
domingo, 4 de dezembro de 2022
4 DE DEZEMBRO
4 DE DEZEMBRO
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
14 de Novembro
sábado, 8 de outubro de 2022
8 de outubro - Audhumbla
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
7 de outubro - Cathubodua
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Deusa Hathor
A Deusa Hathor é uma das mais importantes Deusas do Egito. Seu culto se estende por mais de 3000 anos. Geralmente ela é representada como uma Vaca e ela está relacionada ao destino e aos prazeres carnais.
Devido à grandeza de seu culto (tanto territorial quanto temporal) é comum aparecerem variações dentro de seu mito. Portanto, por vezes é filha do Deus Sol, Rá, e por vezes é mãe dele.
Ela é geralmente representada como uma Vaca, mas também pode ser vista como uma leoa (sendo Hathor um aspecto da Deusa Leoa Sekhmet), uma figueira ou uma tamareira.
A Deusa Hathor é mais comumente retratada como uma mulher com cabeça de vaca, com chifres e grandes asas saindo de seus ombros. Essa representação é um pouco similar à da Deusa ísis e nessa forma ela também é responsável por dar à luz ao universo.
- Atribuições: Deusa do sol, da fertilidade, do destino, das artes, do amor e do prazer terreno
- Símbolo: Vaca, leoa, sistrum (um chocalho similar à ankh), espelho
- Local: Egito
DEUSA HATHOR – DEUSA DA FERTILIDADE E DOS PRAZERES
Os egípcios viam o céu como a grande barriga de uma vaca e o sol era a luz que passava através do vão de seus chifres.
Devido a essa associação, a Deusa Hathor também era associada à fertilidade da terra e do povo, sendo, portanto, cultuada como uma Deusa da Fertilidade.
Muitos textos se referem à Deusa Hathor como “A dourada”, aquela que cria e fortalece os laços afetivos.
Esta é uma definição apropriada, pois a Deusa Hathor era patrona dos prazeres do corpo, incluindo música, arte, cosméticos, dança e o ato sexual. Neste aspecto Hathor é relacionada também com a Deusa Bast.
DEUSA HATHOR – DEUSA DO DESTINO
A Deusa Hathor governava tanto o nascimento quanto a morte e, nessa forma, ela era retratada como sete “Deusas Hathor”, responsáveis por predizer o destino inescapável de cada recém-nascido.
Como governanta do submundo era chamada de Rainha do Oeste, o ponto cardeal associado com a morte. Ela acompanhava seus devotos em sua jornada final, por isso rituais à sua devoção geralmente faziam parte de cada funeral.
DEUSA HATHOR – DEUSA DO AMOR
A Deusa Hathor foi muito amada no antigo Egito, mas possui uma história de origem um tanto conturbada. No início de sua existência ela era chamada de “Olho do Sol” ou “Olho de Rá” e nessa forma, era a Deusa da Destruição, a intensa e forte Deusa Sekhmet.
De acordo com a lenda, Rá, o Deus Sol, não estava mais sendo respeitado pelo povo do Baixo Egito durante seu mandato como Faraó e descobriu que o povo conspirava contra ele. Para resolver essa situação ele resolveu enviar seu olho para lidar com a questão.
O olho era a Deusa Sekhmet, que começou a matar centenas de pessoas e beber seu sangue. Quando Ra pediu que parasse, ela simplesmente o ignorou. O Deus então teve a ideia de colorir cerveja de vermelho (para lembrar sangue) e despejar pelos campos de batalha.
Sekhmet ficou tão bêbada com a cerveja que dormiu por três dias e foi purificada nesse processo, perdendo o gosto por sangue e carne humana. Ao despertar, ela mostrou uma face mais amável e benevolente, que é a Deusa Hathor.
DEUSA HATHOR – DEUSA DA NUTRIÇÃO
Originalmente a Deusa Hathor era uma personificação da Via Láctea, cuja criação foi considerada ser a partir do leite que fluiu de uma vaca divina.
Similarmente, temos a Deusa Grega Hera que também é simbolizada por uma vaca e também criou a Via Láctea.
Com a passagem do tempo Hathor absorveu os atributos de várias outras Deusas e acabou aproximando-se da Deusa Ísis, que em determinado momento usurpou sua posição como a mais poderosa e popular Deusa do Egito antigo.
Mesmo dividindo espaço com Ísis, Hathor continuou sendo muito popular na história egípcia. Diversos festivais foram dedicados a ela e o número de crianças que receberam seu nome é maior do que o número de crianças que receberam os nomes de qualquer outro Deus ou Deusa Egípcio.
INVOCANDO A DEUSA HATHOR
A Deusa Hathor é uma Deusa de muitos atributos e pode ser invocada por vários motivos, como por exemplo: Quando sentir-se em dúvida em qual caminho seguir na vida, para obter fertilidade onde precisar, para direcionar felicidade à sua vida e a de outros…
Abaixo segue um ritual simples para agradecer e fazer pedidos a essa Deusa:
Itens necessários:
- Símbolo de Hathor (Algo que a represente, uma estátua, um espelho, uma vaca…)
- Óleos perfumados e perfumes de seu gosto
- Incenso, se desejar
- Comida e bebida
Recolha-se para um local tranquilo quando for descansar, pegue o símbolo escolhido, lave-o e passe os óleos e perfumes nele. Enquanto faz isso diga palavras, recite poesias ou cante músicas de amor, alegria, carinho…
Ao terminar, acenda o incenso, agradeça por tudo e faça seu pedido. Guarde o símbolo e coloque ao pé dele como oferenda comidas variadas como bolo e frutas e também bebida, por exemplo cerveja e vinho.
Após algumas horas volte e coma as oferendas, a energia que Hathor precisava ela já retirou. Peça para sempre continuar no caminho da Deusa e agradeça novamente.
A Deusa Hathor é uma Deusa de muitos atributos e pode ser invocada por vários motivos, como por exemplo: Quando sentir-se em dúvida em qual caminho seguir na vida, para obter fertilidade onde precisar, para direcionar felicidade à sua vida e a de outros…
Abaixo segue um ritual simples para agradecer e fazer pedidos a essa Deusa:
Itens necessários:
- Símbolo de Hathor (Algo que a represente, uma estátua, um espelho, uma vaca…)
- Óleos perfumados e perfumes de seu gosto
- Incenso, se desejar
- Comida e bebida
Recolha-se para um local tranquilo quando for descansar, pegue o símbolo escolhido, lave-o e passe os óleos e perfumes nele. Enquanto faz isso diga palavras, recite poesias ou cante músicas de amor, alegria, carinho…
Ao terminar, acenda o incenso, agradeça por tudo e faça seu pedido. Guarde o símbolo e coloque ao pé dele como oferenda comidas variadas como bolo e frutas e também bebida, por exemplo cerveja e vinho.
Após algumas horas volte e coma as oferendas, a energia que Hathor precisava ela já retirou. Peça para sempre continuar no caminho da Deusa e agradeça novamente.
Fonte: https://www.santuariolunar.com.br/deusa-hathor/
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
Deusas da Lua
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Deusa Mari
Mari, essa deusa também pode ser conhecida como Mari Urrava, Ambotoko Mari (Senhora do Anboto), Murumendiko Dama (Senhora do Murumendi), Maiti ou Matxi. Ela é tida como a deusa da natureza e da fertilidade, e como a personificação da grandeza e majestade das montanhas na mitologia basca, sendo ainda a governante dos espíritos e dos demônios, dos trovões e dos relâmpagos.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
5 de Janeiro
Festa de Befana, na Itália, reminiscência da antiga celebração da deusa Befana, a anciã, também chamada de La Vecchia ou La Strega, que trazia presentes para as crianças e expulsava os espíritos do mal com muito barulho, cantos e danças para marcar a saída da escuridão do inverno. Ainda hoje, em alguns lugares, costuma-se fazer uma boneca de trapos representando uma velha e pendurá-la do lado de fora da casa como proteção. Acreditava-se que os mortos que vinham visitar seus parentes no dia 1° de novembro ficavam até este dia, quando Befana os conduzia de volta às suas moradas.
Fonte: O Anuário da Grande Mãe - Mirella Faur
terça-feira, 17 de agosto de 2021
Invocação para Skadhi
"Eu sou Skadhi, a Rainha das montanhas. Caçadora destemida que desliza sobre skis, filha dos gigantes e Guerreira desafiadora dos deuses, que enfrenta a tempestade e domestica os lobos. Eu exijo o que é meu e faço a minha justiça, com arco e flecha cuido dos animais selvagens. Para mim vêm aqueles que querem tomar conta do seu futuro, que são honestos, corajosos e leais, pois Eu mostro a fria face da verdade."
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
A sílaba 'ma'
A sílaba 'ma', presente em inúmeros nomes das Deusas-Mães, significava 'ver' em egípcio e seu hieróglifo correspondente era um olho. A Deusa Maat, originalmente, era a detentora do 'olho que tudo vê'; posteriormente, esse atributo foi transferido ao Deus Hórus. Inúmeras estatuetas das Deusas neolíticas apresentavam grandes olhos em corpos femininos. Um dos símbolos da Deusa Inanna eram seus olhos e a Deusa assíria Mari era representada com grandes olhos que 'perscrutavam as almas dos homens'. O cristianismo denegriu esse poder do olhar feminino, transformando-o em uma forma de maldição pertencente às 'bruxas'. Esse dom era considerado tão poderoso que, durante os julgamentos da Inquisição, as supostas bruxas eram proibidas de olhar para os juízes, permanecendo todo o tempo de costas para eles. No entanto, curiosamente, até hoje em talismãs contra o mau-olhado, são usados símbolos femininos como búzios, olhos e triângulos iônicos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Hagoromo: O Manto Celestial das Tennyos no Japão
Essa é uma antiga lenda sobre “Hagoromo”, o manto sagrado de penas das “Tennyo”, as donzelas celestiais nipônicas. Existem várias versões do conto que se passa em Miho-no-Matsubara em Shizuoka, um dos lugares mais paradisíacos do Japão. O local é conhecido como o extenso litoral de verdes pinheiros espalhados ao longo de sete quilômetros e, ainda, com vista panorâmica do Monte Fuji. Devido à sua beleza é designado como uma das “Três mais belas vistas do país”. Em suas praias, existe o “Hagoromo no Matsu“, um velho pinheiro com mais de 650 anos, que dizem ser a árvore onde a donzela celestial depositou seu manto celeste.
As Tennyo são consideradas “Tennins”, que literalmente significa “Seres celestiais” ou “Povo do Céu”, sendo classificados como servos dos deuses na mitologia japonesa. Lendas sobre essas criaturas aladas se originaram na Índia, tendo sua crença se espalhado por grande parte da Ásia, e incorporada em algumas religiões, inclusive no budismo japonês. O termo Tennin se divide em várias classes: “Tenshi” (anjos), “Ten no tsukai” (mensageiros celestes) e as “Tennyos” (donzelas celestiais).
Esses seres espirituais encontrados na cultura nipônica, são semelhantes aos ocidentais anjos, ninfas ou fadas. As tennyos são retratadas como belas mulheres trajando coloridos kimonos perfeitamente ornamentados com requintadas jóias e cachecóis esvoaçantes em torno de seus corpos. Geralmente carregam flores de lótus simbolizando a pureza espiritual ou instrumentos musicais, como “Biwa”(instrumento tradicional de cordas japonês) e a flauta. Todos os Tennin são capazes de voar. No entanto, no caso das Tennyo, muitas lendas contam que essa capacidade se deve às suas vestimentas — estas donzelas do céu não podem voar sem seus kimonos mágicos chamados de “hagoromo” (manto feito de penas sagradas). Muitas das lendas sobre esses seres celestiais permanecem até hoje na Terra do Sol Nascente.
Mitologia Japonesa
Fonte: Caçadores de Lendas








